LIFO e FIFO: qual método reduz custos, evita perdas e melhora sua operação de estoque?

LIFO e FIFO: quem conhece brevemente esses termos pode imaginar que são apenas métodos de controle de estoque. Entretanto, eles mostram muito mais: são decisões que podem salvar a margem e ampliar a capacidade de gestão.

Quando bem projetados e aplicados, dão ao gestor algo muito buscado por ele:

  • Controle real sobre a atividade;
  • Operações precisas;
  • Previsibilidade sobre custos;
  • Segurança para tomar decisões rápidas e precisas.

Mas existe um detalhe que separa a eficiência operacional da confusão: o método de estoque só entrega todo o seu potencial quando está alinhado à infraestrutura que o sustenta.

Isto é, quando estratégia e estrutura caminham juntos, o estoque flui, os números fecham e a operação ganha ritmo.

Você quer escolher e colher os benefícios de cada um? Então, precisa entender como eles funcionam na prática e como se conectam à estrutura física que os torna possíveis.

Leia o artigo e saiba adotar a metodologia ideal.

 

LIFO e FIFO: entenda estes métodos agora

Antes de comparar, você precisa de uma base sólida e maior clareza sobre ambos os conceitos.

FIFO (First in, First out) significa “primeiro que entra, primeiro que sai”.

Conforme artigo da Cargon, o termo representa um sistema de armazenagem focado na movimentação programada. Nele, os produtos armazenados há mais tempo são despachados primeiro.

Isso garante que o custo da mercadoria vendida e o custo do estoque remanescente sejam correspondentes.

Já a TOTVS reforça que a abordagem é aderente a operações que lidam com validade, rastreabilidade e risco de obsolescência, evitando perdas e garantindo que o produto mais antigo seja sempre o primeiro a sair.

Em outras palavras: se o tempo pesa contra você, o FIFO joga a seu favor.

O LIFO (Last In, First Out), por sua vez, significa “último que entra, primeiro que sai”.

Segundo o artigo da TOTVS citado anteriormente, o valor do estoque é calculado ao custo do último preço, que costuma ser elevado, gerando um maior ganho.

Porém, a medida só funciona em operações muito específicas, com itens homogêneos e sem possibilidade de deterioração.

Mas, definidos os termos, fica a questão: como as estratégias FIFO e LIFO se comportam na prática? É o que falarmos a seguir.

 

Entendendo o FIFO: a lógica que domina operações modernas

Entendendo o FIFO: a lógica que domina operações modernas

Quem trabalha com alto giro de estoque, validade ou risco de obsolescência tem no FIFO o método que separa operações previsíveis das que vivem apagando incêndio.

Ele protege o que realmente custa: seus produtos e sua margem.

Logo, é essencial em setores como alimentos, cosméticos, farmacêuticos, bebidas, higiene e qualquer segmento em que a validade ou receio de deterioração são recorrentes.

As seguintes vantagens tornam o FIFO uma ótima opção:

  • Melhor capacidade de controle de estoque;
  • Assertividade no manuseio das mercadorias;
  • Rotação dinâmica;
  • Redução da perda de produto por deterioração ou validade.

Consequentemente, é interessante para agilizar a operação, inclusive na movimentação de cargas e prevenção da necessidade de grandes estoques.

Mas o ponto central do sucesso da estratégia é a estrutura usada. Ele depende de infraestrutura para a manutenção do fluxo correto.

É aí que entram os sistemas Flow Rack (caixas, picking e giro rápido) e Porta-Paletes Dinâmico (paletes), que impõem fisicamente o método, eliminando desvios operacionais. Falaremos sobre isso ainda neste artigo.

 

Veja quando o método LIFO faz sentido

Como já destacado, o LIFO prioriza que o último item armazenado é o primeiro a sair.

A rotatividade dos itens estocados atende àquelas empresas com produtos sem prazo de validade ou com mais longos, considerando a sazonalidade.

Porém, quando falamos de operação física, o LIFO encontra três barreiras:

  • Risco alto de obsolescência;
  • Dificuldade extrema de rastreabilidade;
  • Dependência de acesso direto ao último item armazenado.

Consequentemente, o sistema só deve ser implementado se as questões estratégicas de vendas, relacionando-as com as compras, forem consideradas. 

Isto é, só faz sentido em poucas situações e todas não envolvem vencimento, queda de qualidade ou auditoria.

Algumas são as suas vantagens:

  • Facilidade na gestão dos produtos sem necessidade de mudanças de localização;
  • Menos riscos de danificar as mercadorias no manuseio;
  • Mais flexibilidade no controle e gestão logística.

Empresas de vestuário e automotivas podem usar a metodologia. Já que, quando tais produtos são lançados, conseguem mais vendas.

 

LIFO vs. FIFO: comparativo direto e prático

LIFO vs. FIFO: comparativo direto e prático

Comparar LIFO e FIFO sem entender o impacto real é perda de tempo. Os dois tem metodologias claras, mas a escolha é sempre financeira.

Veja a tabela e entenda as principais diferenças:

Critério FIFO LIFO
Custo e resultado contábil Realista, valorização coerente e aderente às práticas contábeis modernas. Pode reduzir lucro contábil em cenários inflacionários. É restrito e pouco aplicável.
Risco de perdas Minimiza vencimentos e evita obsolescência. Elevado, com perdas invisíveis.
Fluxo operacional Funciona com Flow Rack e Porta-Paletes Dinâmico; garante giro real. Exige acesso constante ao último item armazenado.

 

Como escolher?  Faça perguntas decisivas!

A escolha depende das perguntas certas. Quando você confronta seus números, a resposta aparece.

Por isso, pergunte-se:

  • Seus produtos vencem, deterioram ou perdem valor?
  • Quanto custa manter itens parados por 30, 60, 90 dias?
  • Você precisa de rastreabilidade por lote?
  • Seu insumo oscila de preço?
  • Sua estrutura suporta o método FIFO?
  • O método escolhido reduz ou amplia risco?
  • A equipe consegue executar o fluxo de forma consistente?

Se essas respostas apontam para giro, segurança e previsibilidade, você já sabe que FIFO é o caminho.

 

Como aplicar FIFO de verdade?

De nada adiantará declarar a estratégia FIFO se o armazém impede que ela aconteça.

Ou seja, sem a estrutura correta, qualquer escolha é ineficiente e as perdas aparecem nos relatórios.

É necessário usar sistemas de armazenagem que impõem o fluxo correto:

  • Flow Rack: reposição traseira e retirada frontal, picking rápido e redução de erros.

Esse é o sistema perfeito para alta rotatividade e separação eficiente, mantendo a operação sem esforço manual.

  • Porta-paletes dinâmico: trilhos com gravidade, palete mais antigo sai primeiro, giro acelerado e mínima intervenção humana.

É a solução ideal para paletes. A gravidade faz o trabalho e elimina erros humanos, automatizando o FIFO.

Mas, diante do custo dos galpões logísticos em alta, tendência reforçada pela Bloomberg Línea sobre a expansão e valorização desses espaços, operar com desperdício deixou de ser uma opção.

Por isso, se você quer aplicar FIFO de verdade e evitar pagar caro por cada metro quadrado, a verticalização é uma ótima oportunidade.

Quer aumentar a capacidade, o giro e a eficiência sem expandir área?

Entender a verticalização de estoque é o primeiro passo. Baixe nosso guia e descubra como adotar a estratégia na sua empresa.

[GUIA] Implementação da verticalização de estoque

Sistemas de armazenagem Agra: confiança e segurança para sua operação

Antes de escolher qualquer metodologia, você precisa confiar na estrutura que vai sustentá-la. É aqui que a Agra se diferencia.

Entregamos soluções completas de armazenagem, projetadas para garantir fluxo, segurança e previsibilidade.

A Agra domina o que realmente importa: sistemas robustos, engenharia precisa e equipamentos desenhados para suportar o ritmo intenso.

Cada projeto nasce para resolver a falta de espaço, necessidade de giro ou aumento de capacidade sem expansão física.

Na Agra, você encontra sistemas que transformam metodologia em resultado diário.

Não perca a oportunidade de evoluir, veja quais estruturas elevam o desempenho logístico.

[Catálogo] Produtos Agra

Faça a sua busca

Categorias:

display site orçamento
display site catálogo